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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

As novas tecnologias em defesa da vida humana

As novas tecnologias estão se aproximando cada vez mais dos hospitais chiques e modernos. Todas estas técnicas são pensadas para serem colocadas à disposição do ser humano por meio de hospitais, escolas, locais de trabalhos e, em tantos outros setores da nossa sociedade. Prova disso, são os investimentos em equipamentos de ultima geração que os hospitais fazem para atender às necessidades dos destinatários do nosso tempo. Todos esses equipamentos chegam aos hospitais com uma única missão: resgatar vidas. Dentre os equipamentos estão: tomografia computadorizada, ecocardiografia, monitores multiparamétricos, diálise portátil, vitreófogo, densiotometria e tantos outros.

Todo este investimento representa segurança para os pacientes, sobretudo, para aqueles que às vezes tem que sair do seu próprio território para fazer um tratamento de saúde fora do seu país. A aquisição desses novos equipamentos faz com que tenhamos profissionais da área da saúde mais capacitados e qualificados para atender com segurança os pacientes. Durante um bom tempo, os médicos recebem uma equipe de pessoas que vão orientá-los e instruí-los sobre o uso desses novos equipamentos dentro dos hospitais.

Como se pode ver, as novas tecnologias, sobretudo, aquelas ligadas á área da saúde, representam a possibilidade de ampliar os recursos que possam garantir maior qualidade de vida para a população do nosso tempo. Em outras palavras, isso significa que o desenvolvimento cientifico é um bem, que está voltado para a promoção da vida humana. O triste de tudo isso é que, no Brasil, poucas pessoas tem acesso a essas novas tecnologias que chegam nos hospitais. Tanto que 80% dessas novas tecnologias estão presentes nos hospitais particulares e 20% estão presentes no Sistema Único de Saúde (SUS). Desses 20% que se encontram no Sistema Único de Saúde, 10% estão sobre o comando de governadores e prefeitos que utilizam esses meios para a barganha política.

O que realmente nos interessa na reflexão desse texto, é o aprofundamento ético do uso correto desses equipamentos nos hospitais. Não se trata de dizer se eles podem ou não usar essas ferramentas, o que nos convém questionar é o modo de como elas estão sendo utilizadas. Não adianta ter todos esses aparatos, se a grande maioria da população que é formada pela classe pobre, não tem acesso a eles, nem se quer tem condições de pagar uma consulta que custa em média 150,00. Uma vez que essas técnicas representam um bem para a sociedade, todos nós devemos ter acesso a ela. Independente da situação a qual nos encontramos ou da classe a qual pertencemos. 

Por fim, à luz de uma reflexão ética é preciso que os profissionais da área da saúde não contem somente com equipes especializadas, equipamentos modernos de ultima geração, é preciso antes de tudo, que a ação dos médicos perceba a necessidade de voltar ás fontes e recomeçar tudo a partir do valor da vida humana. Em outras palavras, tudo deve ser inspirado nos princípios da universalidade, da fraternidade e do resgate a vida, cuja primeira proposta é atender a todos sem distinção de raça ou de cor. Por Roni Hernandes (aluno).


Crédito da foto: http://www.hi-q.net/images/Industries/Biomedical-Chemical(t27jx2).jpg

EVOLUCIÓN DE LA PALABRA PERSONA (Parte II)


            Retomando el artículo anterior, en el cual terminamos afirmando que el cristianismo trajo al término de persona la concepción que hoy en día conocemos. Pero antes de plantear directamente la problemática de la película de "La decisión de Annie", continuaremos analizando el concepto de persona en el cristianismo.
            Contrario a las grandes religiones del continente asiático, el cristianismo imprimió un carácter único de persona referido tanto a Dios como a los hombres. Es a partir de ser personas, que podemos vivir en sociedad y, por lo mismo, nos volvemos seres únicos e insustituibles. Por ejemplo, para una madre que tiene cinco hijos y se le muere uno de ellos en un accidente, no deja de ser traumático y doloroso por el hecho que tiene otros cuatro que sustituyen al que falleció. De este modo, dentro del seno de la familia se generan relaciones inter-personales irreemplazables, no solo entre los esposos, sino entre padres e hijos.
Precisamente, en estas relaciones inter-personales se cría un clima de cariño y comprensión, en donde lleva a cada uno de los integrantes de la familia a amarse a cada uno en su propio carácter y personalidad.  Así en el caso de "La decisión de Annie", el hecho que Annie sea el medio para que su hermana enferma se recupere, ya muestra que para tales padres la única hija persona es la que está enferma. Solo cuando Annie se hace valer como persona, los padres toman conciencia que tienen otra hija que no es reemplazable por nada y que tiene sus propios derechos a ser libre para optar por sus propias decisiones.
Por eso mismo, el cristianismo plantea que la fecundación In vitro acarrea problemas no solo de orden espiritual o trascendente, sino de orden social. Cada miembro de la sociedad debe ser respetado en su integridad. Nadie puede ser reemplazado por el beneficio del otro. Ahora, es necesario aclarar que aquí no estamos discutiendo si un embrión es una persona o no, sino las consecuencias sociales que pueda acarrear en el futuro una situación de estas. Por Fredy H. C. Vargas (aluno).

Créditos da figura: http://www.creuxdelenfer.net/IMG/jpg/14b-2.jpg

Biotecnologia – Produzir Bens



Na aula do último dia 17, quando falávamos sobre a biotecnologia algumas perguntas dimanaram em minha mente. Quais seus reais objetivos? Em que medida devem ser usadas e que critérios de controle a ciência dispõe para o uso equilibrado das técnicas modernas sobre a natureza? Temos o direito de intervir autoritariamente sobre ela? São perguntas que nos instigam sobre o uso da biotecnologia. Talvez nunca tenhamos resposta sobre elas, mas são perguntas que nos estimulam a pensar uma bioética nas tecnologias.

Diante de todos estes questionamentos podemos perceber que atualmente os diversos campos da ciência se diversificam, amplificam e se otimizam de forma extremamente voraz. Entre estes, encontramos as tecnologias que tem por base a vida como um todo, melhoria dos recursos vegetais e animais, saúde e qualidade de vida para o homem – aqui se inserem as biotecnologias.  Como representa o gráfico abaixo:

http://www.ort.org.br/biotecnologia/o-que-e-biotecnologia 

 Grande parte das modernas técnicas que usamos hoje, não são realmente novas. São, na verdade, resultado da evolução, versões mais precisas e melhoradas de métodos empregados através da história. A biotecnologia está entre essas evoluções.
Biotecnologia, dentre outros sentidos, é o ramo da ciência que pesquisa a transferência de genes de um organismo para outro, a fim de atribuir a esse último, características favoráveis naturais do primeiro. Ou seja, a biotecnologia nada mais é do que a evolução de processos empregados há centenas de anos tendo como objetivo principal, aumentar a produtividade e a qualidade de produtos dos diversos setores das ciências agrárias, desde gêneros alimentícios e árvores, para a produção de papel, até animais, visando maior produção de carne, leite e outros, com o controle da engenharia genética.
No contexto atual, com o advento da globalização e fantástica evolução das comunicações, muito tem se falado sobre os avanços conquistados pela aplicação prática dos conhecimentos biotecnológicos. Mas, o que podemos “afirmar” a partir das aulas de bioética é que na bioética “os fins não justificam os meios”, e sua atribuição é sugerir balizas para possibilidades que sejam o minimamente prejudiciais e ao máximo humanizadoras. O uso das biotecnologias deve elevar ao máximo o que temos de mais humano. Com elas, deveríamos pensar em produzir bens e assegurar direitos para o seres humanos e não, por exemplo, o retorno financeiro. Por Valdeci Gama (aluno).

Créditos da foto: http://www.allwastematters.co.uk/images/test-tube.jpg